Expansão do Cinema Brasileiro no Netflix
Em meados de 2024, a Netflix ampliou consideravelmente sua coleção de filmes brasileiros, marcando um novo capítulo no acesso ao cinema nacional. Para celebrar o Dia do Cinema Nacional, a plataforma lançou uma coleção impressionante de 18 filmes brasileiros no dia 19 de junho. Essa lista inclui tanto clássicos quanto produções contemporâneas que têm gerado discussões em várias partes do mundo. Uma dessas joias do cinema é *Central do Brasil* (1998), dirigido por Walter Salles, que recebeu aclamação internacional e chegou a ser indicado ao Oscar. Outro destaque da coleção é *Mamonas Pra Sempre* (2009), um documentário emocionante sobre a icônica banda Mamonas Assassinas, que deixou sua marca na cultura musical brasileira.
A coleção não se limita apenas ao novo milênio. Filmes cultuados de outras décadas aparecem na seleção, como *Rio, 40 Graus* de Nelson Pereira dos Santos, lançado em 1955, e *Vidas Secas* (1963), baseado na obra de Graciliano Ramos. Ao reunir essas produções, a Netflix não só revigora o interesse pelo cinema nacional, mas também presta uma devida homenagem aos cineastas que moldaram a narrativa visual do Brasil.
Novidades e Parcerias Promissoras
No mês de agosto de 2024, a Netflix voltou a surpreender os assinantes ao disponibilizar uma lista de mais 12 filmes brasileiros populares. Entre eles, encontram-se sucessos que redefiniram o gênero no país, como *Que Horas Ela Volta?* (2015), *Tropa de Elite* (2007), que mergulha nas complexidades das forças armadas, e o aclamado internacionalmente *Cidade de Deus* (2002).
Demonstrando seu compromisso com o fomento de talentos locais, a Netflix também anunciou sua parceria com o cineasta Gabriel Martins para desenvolver o projeto *Vicentina Pede Desculpas*. Essa iniciativa não apenas dinamiza o catálogo nacional da plataforma, mas destaca a intenção de investir nas novas vozes do cinema nacional.
Os amantes do cinema podem acessar toda essa rica seleção de filmes através de uma categoria dedicada à cinematografia brasileira no menu principal da Netflix. Essa dedicação à cultura nacional não passa despercebida e certamente aumenta a visibilidade e o prestígio dos filmes brasileiros tanto local quanto internacionalmente. Este esforço para promover e celebrar a arte e os artistas brasileiros garante que as histórias contadas ganhem novos públicos e perpetuem a rica tradição cinematográfica do país.
Cláudia Pessoa
fevereiro 20, 2025 AT 15:44Central do Brasil ainda me faz chorar toda vez, tipo mesmo, até na terceira vez
Adelson Freire Silva
fevereiro 21, 2025 AT 17:21enquanto isso o governo corta verba pra universidades e o cinema nacional tá sobrevivendo graças a um algoritmo que tá com sono
mas claro, vamos celebrar a Netflix como se ela fosse a Madre Teresa do cinema nacional
Lidiane Silva
fevereiro 22, 2025 AT 23:00Eu tava com saudade desse filme, e agora minha mãe vai poder assistir comigo de novo!
É tão importante ter essas obras acessíveis, especialmente pra gente que cresceu ouvindo falar delas mas nunca tinha visto
obrigada, Netflix, por não esquecer o que é verdadeiramente brasileiro!!!
Joseph Mulhern
fevereiro 23, 2025 AT 00:22todo mundo sabe que o cinema brasileiro só tem valor quando é premiado no exterior
se fosse só pra dentro, ninguém ligava
e olha que eu gosto de cinema nacional mas não dá pra fingir que tudo que tá lá é obra-prima
Michelly Farias
fevereiro 24, 2025 AT 21:08eles só querem que a gente assista isso pra não ter que pagar por conteúdo americano
eles sabem que o povo brasileiro é fácil de manipular com histórias de sofrimento
isso é colonialismo disfarçado de cultura
Henrique Sampaio
fevereiro 24, 2025 AT 23:24minha vó assistiu Rio, 40 Graus e falou que lembrou da infância dela
e minha irmã de 18 anos descobriu Cidade de Deus e ficou horas pesquisando o que aconteceu depois
isso é o que importa: conexão
Renato Lourenço
fevereiro 25, 2025 AT 09:57onde está a inovação? Onde está a curadoria de novas vozes? A Netflix apenas repackaging o passado com um rótulo de 'diversidade cultural' - um exercício superficial de capitalismo cultural
o verdadeiro mérito reside naqueles que ainda produzem com coragem, e não na plataforma que os exibe como um produto de nicho
Bruno Leandro de Macedo
fevereiro 26, 2025 AT 04:47o filme que virou meme e virou lei estadual tá agora no topo da lista
enquanto isso, o filme que o Gabriel Martins tá fazendo? Nem 100 pessoas sabem que existe
Netflix tá só pegando o que já é viral e chamando de 'descoberta'
lu garcia
fevereiro 27, 2025 AT 13:48obrigada por trazer de volta o que foi esquecido 💙